quarta-feira, 18 de março de 2020

Temos de tomar a consciência que talvez podemos nem ficar doentes, mas podemos ser a causa de contaminação de alguém.
Sou profissional da saúde  e tenho responsabilidades, continuarei trabalhando pois fiz um juramento e devo cumpri-lo! Porém seria absolutamente incoerente manter a data e não adiar o curso!
Eu e a @ciadocorpopp2016 faremos da melhor maneira possível!
Prezo pela saúde seja na dança, seja na sociedade!
E ainda ressalto que cada um pode fazer sua parte seja lavando a mão, indo ao mercado para o vizinho idoso, seja fazendo meditação e vibração positiva para este mundo com seu órgão manifestante de tristeza doente!
Pela cura, pelo amor, pela saúde e pela erradicação do COVID-19 do mundo!💪🏼

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Curso Alongamento e Aquecimento em Prudente

Conteúdo do Curso
* 8 horas* de aula - Sábado e Domingo (9h30 às 13h30)

*Fisiologia Muscular
*Fisiologia Articular
*Fisiologia do Alongamento
*Fisiologia do Aquecimento
*Princípios básicos do Alongamento e Aquecimento aplicado à Dança
*Prática

Avaliação Individual - Sexta (11h00 às 22h00) e Sábado e Domingo (15h00 às 22h00)
* 45 minutos a 1 hora

*Avaliação Postural
*Avaliação Funcional Aplicada à Dança


*Atendimento*
*30 minutos a 1 hora

*Orientação de exercícios para prevenção de lesão de acordo ao que foi encontrado na avaliação
*Tratamento de lesões e orientações para prevenção


Para comprar - BOTÃO AO LADO

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

DANÇA - Aprendizagem Motora

Para melhora da técnica da dança é necessário repetir o movimento um milhão de vezes até conseguir executá-lo com perfeição?
O aprendizado do movimento acontece por meio de processos neurais desencadeados pelo entendimento e execução de determinado movimento. Quando o corpo é desafiado e torna a execução do movimento uma resolução para problemas motores, o corpo é capaz de apreender e aprender aquele movimento de forma mais eficiente com rapidez na execução e, sem que precise repetir inúmeras vezes, resultando à precisão da ação coordenada dos grupos musculares, e consequentemente no desenvolvimento e aprimoramento da habilidade (movimento) (Magill, 2000).
O simples fato da execução consciente pode acarretar numa ativação muscular apropriada, ou seja, seu movimento ficará mais fácil, mais limpo e harmônico. As articulações estarão alinhadas, e a musculatura estabilizadora será menos sobrecarregada (Whiting & Zernicke, 1998).
Quais as consequências de tudo isso?
Acho que o sonho de todos os bailarinos: MELHORA DA TÉCNICA, PREVENÇÃO DE LESÃO E MELHORA DA PERFORMANCE ARTÍSTICA. Seu corpo pode alcançar os movimentos propostos com a melhor estética possível, menor esforço e a dor não será necessária.
REFERÊNCIAS:
Marques IA. “Corpo, dança e educação contemporânea”. Pro-Posições. 1998; 9 (2) 26.
Krasnow D, Wilmerding V. Motor learning and control for dance: Principles and practices for performers and teachers. Champaign, IL: Human Kinetics, 2015
Magill RA. Aprendizagem Motora: Conceitos e aplicações. São Paulo, Ed. Blucher, 2000.
Schmidt RA, Lee TD. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à aplicação. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.
Whiting, W. C., & Zernicke, R. F. (1998). Biomechanics of musculoskeletal injury. Champaign, IL: Human Kinetics.1998.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Screening Tool in Dance - IADMS 2017



Figure 1 - Selection Process

Table I - Validation Studies

Table II - Studies with Clinical Tests

Table III- Surveys/ Self-Reported Studies

Table IV- Case Reported Studies

Table V - Completed Evaluation - Withuot all the criterias



Table VI - Selected Studies


REFERÊNCIA: PITTA F, Kovachich MA, SACCO ICN, PICON AP. A Screening Tool in Dance: A Sistematic Review and a proposal of a protocol to develop a kinetic-functional evaluation. IADMS, Houston, TX. 2017. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Síndrome Patelofemoral

A Síndrome Patelofemoral é o nome dado a dor na face anterior do joelho, proveniente da articulação patelofemoral. É mais comum em pessoas ativas como adolescentes e adultos jovens, e acomete principalmente as mulheres  - largura da pelve, anteversão femoral, torção tibial, angulo Q, força do quadríceps e frouxidão ligamentar.


Sua causa ainda é desconhecida, porém na literatura existe uma associação ao mau posicionamento da patela, sendo suas causas o aumento do angulo Q, insuficiência do vasto lateral oblíquo e fraqueza de glúteo médio.
Seu principal sintoma é a dor difusa na face anterior do joelho na região patelar, é comum a dor aparecer bilateralmente com episódios de exacerbação em um dos lados. A dor não é constante, os pacientes relatam sentir dor durante a flexão do joelho, geralmente é pior ao subir e descer escadas ou durante a prática de atividades físicas. Também pode aparecer crepitação (estalos) e edema na região.
O diagnóstico é feito com uma boa avaliação médica, incluído histórico do paciente, verificação do alinhamento do membro inferior e testes clínicos. Exames de imagens como raio-X e Ressonância Magnética podem ser pedidos para descartar outras lesões mais graves.
O tratamento é feito com o uso de gelo para analgesia e diminuição do edema, realinhamento articular causado por deficit muscular e reequilíbrio das forças musculares.
Se você tem esses sintomas, procure um profissional para orientá-lo o melhor tratamento.

Bibliografia:

-Fredericson  M,  Yoon  K.  Physical  examination  and patellofemoral pain syndrome. Am J Phys Med Rehabil 2006;85(3):234-43.

-Goodfellow J, Hungerford DS;Woods C.,Patello-femoral joint mechanics and pathology. 2. Chondromalacia patellae. J Bone Joint Surg Br August 1976. Vol 58- B n º3 291-299


-Piazza, Lisboa, Costa e col. Sintomas e limitações funcionais de pacientes com síndrome da dor patelofemorar. Rev Dor. São Paulo, 2012 jan-mar; 13 (1):50-4

-Thijs Y, Tiggelen DV, Roosen P, et al. A prospective study on gait-related intrinsic risk factors for patellofe-moral pain. Clin J Sport Med 2007;17(6):437-45.

-Wilson T. The measurement of patella alignment in patellofemoral  pain  syndrome:  are  we  confusing  as-sumptions  with  evidence?  J  Orthop  Sports  Phys  Ther 2007;37(6):330-41